DICA DO COACH – A conexão improdutiva – caderno Boa Chance do jornal O Globo (13.11.2016)

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DESCONECTAR É PRECISO – Responder e-mails durante as folgas e levar trabalho para casa pode ser contraprodutivo

O fotógrafo Raul Aragão, de 31 anos, gosta de se apresentar como digital nomad, profissional capaz de executar um trabalho em qualquer lugar no mundo, sem a necessidade de um escritório. Ele adora essa liberdade e não se incomoda de fazer um serviço no meio de uma viagem de lazer. Mas, de uns tempos para cá, achou prudente tirar o pé do acelerador.

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DICA DO COACH – Homens, prestem atenção nas mulheres e nas crianças

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Lá em casa elas são maioria, fato que confirma a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada pelo IBGE em 2013. A estatística indica que vivem no Brasil 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população.

Eu, confesso, fico muito feliz e orgulhoso enquanto marido de uma e pai de três mulheres, todas maravilhosas, cada uma no seu papel e com sua identidade, apesar das mais novas serem gêmeas idênticas. Físico igual, porém temperamentos distintos.

Meu discurso para meu filho, amigos e conhecidos é: vamos ficar de olho nos comportamentos desses seres que possuem habilidades de altíssimo lavor no mundo de hoje. Na verdade falo isso sobre mulheres e crianças. Vou descrever isso mais à diante.

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DICA DO COACH – Você tem medo do quê? Três exercícios simples para crescer diante dele

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Você já sentiu medo? Será que você é capaz de admitir isso?

Bom, agora você vai ler sobre essa emoção que, sendo real, precisa ser reconhecida antes de ser dominada. Preciso alertar que o medo é psicológico. Existe uma coisa que se chama imaginação negativa. Se ela for mal orientada vai oferecer outros sentimentos como pânico, tensão, preocupação, etc.

Porém, não basta reconhecer o medo. Ter essa consciência somente, não vai fazer com que você consiga vencê-lo. Vamos fazer uma comparação: se você vai ao médico e ele descobre que você tem uma doença, isso vai fazer você ficar curado? Já respondo: não! O que precisa acontecer é o médico oferecer os elementos de cura, um medicamento, um processo de tratamento, será preciso tomar alguma medida para sanar o problema.

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Programa No Mundo do Trabalho – entrevista do Coach Claudio de Almeida Neto – TV Cidade, canal 9 de Teresópolis/RJ

A professora Rita Mello, apresentadora do programa No Mundo do Trabalho, da TV Cidade, canal 9 de Teresópolis (188 da NET), entrevista o Coach de Carreira Claudio de Almeida Neto. Na pauta, as equipes sustentáveis e a possibilidade de ser produtivo e feliz na profissão e carreira.

Parte 1

Parte 2

DICA DO COACH – Mais uma desculpa: esperando a sorte chegar. Duas atitudes para você parar de pensar assim. Mexa-se!

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E chegamos à quarta e última desculpa do não fazer. Ela, tenha certeza, não é menos importante do que as outras. Fui eu quem decidiu deixá-la por último.

E começa, mais ou menos, assim: “O meu caso é bem diferente; eu não tenho é sorte.

Não faz muito tempo, assisti uma reportagem de um policial rodoviário federal falando dos acidente nas estradas do Brasil. Ele falou sobre os 1.429 acidentes ocorridos no Carnaval de 2016 que resultaram em 97 mortes. O ponto que me chamou atenção foi que o servidor informou que a causa dos acidentes eram por falha mecânica ou por falha humana, ou as duas combinadas. O que o policial disse vem ratificar aquilo que os sábios do mundo moderno afirmam e repetem diuturnamente: “para tudo existe uma causa”. Nada acontece sem uma causa.

O dia de sol ou de chuva não é um acidente de percurso. Ele é produto de condições climáticas. Assim, não há razão para acreditar que com os seres humanos isso funciona de forma diferente. Concorda? Como ainda não sei qual será sua resposta, vou continuar.

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DICA DO COACH – Usando a idade como desculpa. Tenho três dicas e três sugestões para impedir que isso ocorra

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Você identifica a desculpa da idade mais ou menos assim: “Não adianta. Euestou muito velho (ou muito jovem) para isso. O uso do “desculpaço da idade” vem justificar o motivo pelo qual não tomou a atitude que levaria você ao novo nível da sua vida, carreira, relação familiar. Geralmente isso fica variando entre o “Eu sou velho demais” ou então “Eu sou jovem demais”.

Eu me permito afirmar que você já deve ter ouvido, mais de uma vez, pessoas de todas as idades que usam a desculpa da idade para explicarem sua inação. Veja se a frase a seguir, ou uma variação dela, lhe é familiar: “Estou muito velho (ou jovem) para começar agora. Eu não posso fazer isso, da forma como eu gostaria, devido à minha idade (muito ou pouca)”.

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DICA DO COACH – A desculpa da inteligência. Os quatro elementos-base de mudança e as três doses da vacina

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Funciona assim… “Olha, eu já entendi que para alcançar o sucesso tenho que ter uma ótima cabeça”. Começa a surgir aí o “desculpaço da inteligência”. Pelo que tenho lido, pesquisado e conversado com pessoas, a grande maioria apresenta a desculpa da inteligência em diversos graus. Elas, de forma muito acanhada, declaram que lhes falta a inteligência adequada para alcançar o sucesso que desejam. Sentem profundamente e sofrem em silêncio. Muito pouca gente assume, de forma aberta, que não se sente suficientemente inteligente para chegar onde quer.

Como disse no artigo anterior vivemos em constante comparação. É por isso que, geralmente, você comete dois erros que suportam a desculpa da inteligência.Ou você subestima o poder do seu cérebro ou superestima o cérebro do outro. A ordem do fatores não altera o produto.

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DICA DO COACH – Três sugestões de comportamentos básicos para iniciar o desenvolvimento da mentalidade positiva

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Tudo que escrevi pra você até aqui, pode ser que faça sentido ou não. Pode ser que você esteja se perguntando: “O que é que um Coach de Carreira está fazendo quando me oferece conhecimento e me incentiva a adotar atitudes para possuir uma mentalidade vencedora?”

Vou responder isso ao longo dos artigos. Na verdade não vou responder, você é quem vai entender lendo o material que preparei.

Só para alinhar, vou dizer que se não existir uma mentalidade positiva, vencedora, pra cima, nada na sua vida e carreira vai se desenvolver. Ok até aqui?

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DICA DO COACH – Um pouco de conhecimento aplicado. São três passos. É hora de começar a agir.

marcando o tempo

Vamos aplicar um pouco do conhecimento que já trocamos até aqui?

Quero que você possa, de verdade, desenvolver a sua forma de acreditar naquilo que você pensa, logicamente dando ênfase no lado positivo da credo.

Vou relacionar, nesse momento, três maneiras para você fortalecer a sua crença:

Primeiro você precisa, conscientemente, pensar sempre no seu sucesso. Lembra sobre o que falei da mentalidade vencedora? Pois é, tenha a convicção de que tudo que você vai realizar é um trampolim para a vitória.

Acostume-se a pronunciar frases positivas: “eu vou vencer”, “eu vou conseguir”, “tudo vai dar certo”, etc. Não use frases pra baixo!

Quando for se comparar por suas habilidades pessoais, diga para você mesmo: “eu sou igual aos melhores”. Se surgir uma oportunidade de realizar algo, não deixe de afirmar: “eu sou capaz”.

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DICA DO COACH – Três sugestões de comportamentos básicos para iniciar o desenvolvimento da mentalidade positiva

exercitando o cérebro

Tudo que escrevi pra você até aqui, pode ser que faça sentido ou não. Pode ser que você esteja se perguntando: “O que é que um Coach de Carreira está fazendo quando me oferece conhecimento e me incentiva a adotar atitudes para possuir uma mentalidade vencedora?”

Vou responder isso ao longo dos artigos. Na verdade não vou responder, você é quem vai entender lendo o material que preparei.

Só para alinhar, vou dizer que se não existir uma mentalidade positiva, vencedora, pra cima, nada na sua vida e carreira vai se desenvolver. Ok até aqui?

Meu objetivo é compartilhar o conhecimento que eu acumulei nos meus estudos e com meus atendimentos como Coach. Na verdade são meus Coachees que permitem a aplicação do meu conhecimento acumulado. Meu interesse é impactar suas vidas e transformar pessoas, para melhor. Eu não incentivo a ideia: “seja melhor do que os outros”. Meu mantra é: “seja melhor do que você mesmo, melhor do que você era ontem”. Quero que isso aconteça quando eu transferir meu know-how para você. Conhecimento oferecido é o que realmente importa pra mim. Meu valor master é a contribuição.

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